MAPHS · Plataforma Científica de Clima e Saúde

Clima, saúde pública e território integrados

Boletins, alertas, publicações científicas e análises territoriais do Brasil — com transparência algorítmica e governança auditável.

Ver os mapasConsultas geográficasFaça login para acessar módulos restritos.

Mapas do MAPHS

Clima e saúde no território

Mapas extraídos das publicações e gerados com as fontes da plataforma — cada um com fonte, método, incerteza e revisão à vista.

Mapa do Brasil com a adequabilidade climática à raiva humana, de 0 a 1. Os maiores valores estão no Norte e no Nordeste. Percentual da área com adequabilidade alta: Amapá (100%), Pará (99,9%), Roraima (93,1%). 8 unidades da federação têm 0%: Minas Gerais, Distrito Federal, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. A incerteza entre os modelos é maior em Rio Grande do Sul (coeficiente de variação médio de 126,1%).

Adequabilidade climática (0–1)

0 · baixaalta · 1

sem dadoLimites: IBGE

Publicação científicaDoenças infecciosas · zoonoses

Amapá, Pará e Roraima têm o clima mais adequado à raiva humana no Brasil

Adequabilidade climática estimada por um ensemble de 7 algoritmos de modelagem de nicho (biomod2) a partir dos casos notificados no Brasil. Valores perto de 1 indicam clima muito semelhante ao dos locais com casos; não é taxa de incidência.

Aguardando revisão científica

AUC do modelo de consenso
0,90
Fonte: Resumo do artigo
UFs com mais da metade da área em adequabilidade alta (≥ 0,5)
10
Fonte: Cálculo MAPHS sobre o raster
adequabilidade média máxima nos estados do Sul
0,06
Fonte: Cálculo MAPHS sobre o raster
Como este mapa foi feito
  • Raster original do estudo (banda EMmeanByROC, resolução 2,5′ ≈ 4,6 km), sem reamostragem.
  • Cores contínuas na paleta inferno (invertida: mais escuro = mais adequado), perceptualmente uniforme e legível com daltonismo.
  • Média e fração de área por UF ponderadas pela área real de cada célula (cosseno da latitude), com as malhas oficiais do IBGE.
  • Limiar de 0,5 para “adequabilidade alta”: ponto médio da escala, escolhido pelo MAPHS para leitura; o artigo não define classes.
  • Camada de incerteza: coeficiente de variação entre os modelos (banda EMcvByROC), com saturação em 120%.

Limitações

  • Representa o clima atual (linha de base do estudo); os 12 cenários futuros do artigo não têm rasters publicados.
  • Adequabilidade climática não considera vacinação, controle de reservatórios ou vigilância.

Gerado em 16/10/2026 por script reprodutível, sem IA.

Citar este mapa

Versão: 1.1.1 · Licença: Artigo em acesso aberto (MDPI); confira a licença na página do artigo

Neves JMM, Belo VS, Catita CMS, Oliveira BFA, Horta MAP. Modeling of Human Rabies Cases in Brazil in Different Future Global Warming Scenarios. Int J Environ Res Public Health. 2024;21(2):212. doi:10.3390/ijerph21020212. Mapa e agregação por UF: MAPHS, versão 1.1.1.

Fontes: Neves et al. (2024), IJERPH 21(2):212 · Malha de UFs — IBGE

Todas as publicações →

Consultas geográficas · MAGU

O território em números oficiais

22 consultas com dados do DATASUS e do Copernicus, dos últimos 12 a 24 meses — 15 delas em mapa. Cada uma mostra o cálculo, a fonte e as limitações; abra no Explorador para mudar recorte e parâmetros.

Brasil · de outubro de 2025 a setembro de 2026 (mês de início dos sintomas)
Dados oficiais · MAGUEpidemiologia · arboviroses

Goiás teve a maior incidência de dengue entre as unidades da federação nos últimos 12 meses: 1.735,4 casos por 100 mil hab.

Em quais UFs a dengue teve maior incidência nos últimos 12 meses, e quanto elas se distanciam da média nacional?

Recorte
263,01 casos por 100 mil hab.
Maior
Goiás · 1.735,35
Menor
Rio de Janeiro · 52,41
unidades no mapa
27

De outubro de 2025 a setembro de 2026 (mês de início dos sintomas), o Brasil teve 561.328 casos prováveis para uma população de 213.421.037 habitantes — 263,01 casos por 100 mil hab. no conjunto do recorte (razão das somas, não média das taxas).

Goiás teve o maior valor (1.735,35 casos por 100 mil hab.), 33,1 vezes o menor, do Rio de Janeiro (52,41 casos por 100 mil hab.).

Tendência nacional · 24 meses

out/24pico 380.781 em mar/25set/26: 28.862

Dengue — casos prováveis por mês no Brasil (24 meses) (casos prováveis)

Como esta consulta foi feita

Incidência de dengue por unidade da federação: casos prováveis por 100 mil habitantes de outubro de 2025 a setembro de 2026, por UF de residência e mês de início dos sintomas. Dados do SINAN (DATASUS/TABNET) e população residente de 2025.

  • Incidência = casos prováveis ÷ população residente × 100.000.
  • Razão das somas: Σ numeradores ÷ Σ denominadores × 100 mil. Evita que unidades pequenas pesem tanto quanto as grandes.
  • Cores em 5 classes por quantis, paleta sequencial ColorBrewer (legível com daltonismo); cinza = sem dado.
  • incidência = casos prováveis / população 2025 × 100 mil
  • agregação territorial pela soma de casos e de população

Limitações

  • SINAN 2026 é provisório (revisões e atrasos de notificação).
  • Denominador: população 2025 para todos os meses.
  • Casos de chikungunya prováveis = notificados exceto descartados.
  • Dados de 2026 são provisórios no SINAN e podem ser revisados.

Diferenças entre territórios combinam transmissão, sensibilidade da vigilância e oportunidade de notificação; dados recentes são provisórios. Os resultados são agregados por território e não autorizam conclusões sobre indivíduos (falácia ecológica) nem relações de causa e efeito.

Contexto: O Ministério da Saúde registrou queda de cerca de 70% nos casos prováveis de dengue de janeiro a setembro de 2026 em relação ao mesmo período de 2025; o levantamento do Aedes aegypti (LIRAa) indicou quase metade dos municípios em alerta ou risco, e o governo antecipou ações por causa do El Niño. (Agência Brasil, outubro de 2026)

Gerado em 23/10/2026 por script reprodutível a partir das consultas executadas, sem IA.

Citar esta consulta

Versão: 1.0.0+80f829ae · Licença: Dados públicos (DATASUS; Copernicus CC-BY 4.0); malhas IBGE

MAPHS — Plataforma de Clima e Saúde. Dengue — incidência por UF nos últimos 12 meses. Consulta MAGU “of-epi-dengue-incidencia-uf-12m”, versão 1.0.0. Dados: DATASUS — Sistema de Informação de Agravos de Notificação; DATASUS — Estudo de Estimativas Populacionais 2000–2025. Disponível em: https://maphs.base44.app/v2/magu/query/of-epi-dengue-incidencia-uf-12m. Gerado em: 23/10/2026.

Fontes: SINAN (TABNET) · População 2025 · Tabulação de origem · Malhas: IBGE

Todas as consultas →

Atualizado em 23/10/2026 · gerado por script reprodutível, sem IA · entradas 80f829aede05

Últimas publicações científicas

4 estudos · 3 com mapa em destaque

Doenças infecciosas2024-12-01

Impactos do desmatamento e das mudanças climáticas na distribuição espacial de casos humanos de raiva e de febre Oropouche na Amazônia (Relatório de Progresso 2024 da Conservation International — Estudo 03)

AUC do ensemble por desfecho e variável climática

Primeira versão de modelagem de nicho por ensemble (biomod2: GLM, GAM, CTA, FDA, MARS, RF; validação cruzada 80/20) da raiva humana (SINAN, 2001–ago/2023), da febre Oropouche (2023, via LAI/Fala.BR) e de espécies de morcegos positivas para raiva na Amazônia Legal, usando dias secos do CHIRPS, CDD, acumulação anômala (2000–2023) e LST (2001–2020; SSP2_RCP4.5, SSP3_RCP7.0).

0,911

Melhor AUC — Oropouche

0,950

Melhor AUC — Morcegos

2 gráficosMapa não gerado
Estresse térmico2024-12-01

Mudanças climáticas e temperatura da superfície terrestre: grupos populacionais vulneráveis em áreas urbanas e infraestrutura verde/azul (Relatório de Progresso 2024 da Conservation International — Estudo 02)

Mapa de contexto MAPHS: mesma camada do estudo irmão

Primeira versão de análise espacial da LST (Butt et al., 2023; linha de base 2001–2020, SSP2_RCP4.5, SSP3_RCP7.0; grade de 1 km) em relação ao desmatamento do PRODES e aos Censos do IBGE de 2010 e 2022 em seis capitais da Amazônia Legal. As áreas centrais são mais quentes que as periferias; a LST aumenta com a proporção de desmatamento (mediana de ~33 °C com 25–50%, ~34 °C com 75% e ~35 °C com 100%) e atinge o pico em domicílios com renda de 5 a 8 salários mínimos.

≈ 35 °C

LST com 100% de desmatamento

6 °C

Diferença entre bairros (Manaus)

3 gráficosMapa gerado
Estresse térmico2024-12-01

Efeitos combinados das mudanças climáticas e das alterações na cobertura do solo sobre a mortalidade na Amazônia brasileira (Relatório de Progresso 2024 da Conservation International — Estudo 01)

Mapa MAPHS: gerado a partir dos dados do estudo

Estudo ecológico (primeira versão) que estima a relação exposição-resposta entre a temperatura diária da superfície terrestre (LST, ERA5-Land) e a mortalidade por causas não externas, cardiovasculares, cardiopulmonares e respiratórias em seis capitais da Amazônia Legal (2001–2019), por meio de DLNM e meta-regressão, e projeta os óbitos atribuíveis nos cenários SSP2_RCP4.5 e SSP3 (Butt et al., 2023). O risco aumenta acima de 29 °C de LST. No cenário extremo, a fração atribuível é de 3,9% para causas não externas e de 5,7% para causas cardiovasculares, com 2.209 óbitos atribuíveis por ano (IC 95%: 460–3.623).

2.209

Óbitos atribuíveis/ano (SSP3)

5,7%

Fração atribuível cardiovascular (SSP3)

4 gráficosMapa gerado
Doenças infecciosas2024-02-11

Modelagem de casos de raiva humana no Brasil em diferentes cenários futuros de aquecimento global

Mapa MAPHS: gerado a partir dos dados do estudo

Modelagem de nicho por ensemble (MAXENT, MARS, RF, FDA, CTA, GAM, GLM; biomod2) da adequabilidade climática para a raiva humana no Brasil, usando notificações do SINAN (jan/2001–ago/2023) georreferenciadas aos centroides municipais e variáveis bioclimáticas do WorldClim (1970–2000; 2,5 min). Cenários futuros: HadGEM3-GC31-LL, SSP1-2.6, SSP2-4.5 e SSP5-8.5, nos períodos 2021–2040, 2041–2060, 2061–2080 e 2081–2100. AUC do consenso de 0,90, sensibilidade de 87% e especificidade de 81%. A sazonalidade da temperatura (BIO4) teve a maior contribuição relativa.

0,90

AUC do consenso

87% / 81%

Sensibilidade / Especificidade

2 gráficosMapa não gerado

Destaques em Reels

Últimos destaques

Institucional
Fixado
Em destaque

A plataforma científico-institucional de nova geração para monitoramento integrado de clima, saúde pública e território já está no ar.

#maphs#lancamento#2026
há 1 dia
Saber mais
Item 1 de 2: Clima
notícias relevantes
4
2 fontes · 29/06 a 05/07/2026
Editorial
2 itens

10 notícias relevantes de 5 fontes monitoradas em 2 eixos temáticos. Coleta mais recente disponível: 05/07/2026.

#editorial#semana#cab
há 14 dias 1 min
Abrir o CAB →
Item 1 de 5: Clima
notícias relevantes
4
29/06 a 05/07/2026
Clima
5 itens

4 notícias relevantes de 2 fontes de 29/06 a 05/07/2026.

#clima#panorama#cab
há 14 dias 1 min
Ver notícias no CAB →
Item 1 de 5: Doenças infecciosas
notícias relevantes
6
29/06 a 05/07/2026
Epidemiologia
5 itens

6 notícias relevantes de 3 fontes de 29/06 a 05/07/2026.

#doencas_infecciosas#panorama#cab
há 14 dias 1 min
Ver notícias no CAB →